Mesa de escritório de contabilidade com documentos fiscais, laptop aberto mostrando gráficos tributários, calculadora e caneta sobre superfície de madeira clara

A transformação do sistema tributário brasileiro está prestes a entrar em cena, trazendo expectativas, dúvidas e um certo clima de incerteza para quem vive a rotina dos escritórios de contabilidade. Mudanças legislativas costumam sugerir novas oportunidades, mas também provocam ansiedade, especialmente quando falamos de tributos, um universo conhecido por regras detalhadas e impacto direto nos negócios.

Nova legislação, velhos desafios, e novas oportunidades.

Neste artigo, você encontrará os principais pontos sobre as alterações fiscais que entram em vigor a partir de 2025, como elas influenciam o dia a dia dos contadores e escritórios, e qual pode ser o papel de tecnologias inovadoras, como a Evollux Tax Technology, nesse contexto de adaptação.

O novo cenário: o que muda na prática?

A principal novidade é a unificação de diferentes tributos sobre o consumo em dois novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Esses impostos substituirão PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI. O objetivo central é a simplificação e a eliminação da cumulatividade, garantindo direito a crédito nas diversas etapas da cadeia produtiva, como explicado em análises recentes sobre o novo modelo tributário.

  • Menos tributos: Redução da quantidade de impostos comumente apurados, facilitando, em teoria, a rotina das empresas.
  • Crédito amplo: Possibilidade de aproveitamento de créditos de impostos pagos anteriormente, combatendo a tributação em cascata.
  • Transição delicada: Por alguns anos, coexistirão o modelo antigo e o novo, exigindo acompanhamento atento e postura proativa dos escritórios.

Entre 2025 e 2026, a adaptação será fundamental. Escritórios de contabilidade precisarão oferecer suporte consultivo intenso, explicando a seus clientes, etapa por etapa, como as mudanças irão impactar os preços, o fluxo de caixa e a tomada de decisões sobre investimentos.

Desafios operacionais e pressão no curto prazo

A substituição de tributos não será tão simples quanto riscar nomes antigos e adotar novos códigos nos sistemas. Na prática, os próximos anos apresentarão questões importantes:

  1. Sistemas duplos: Por algum tempo, será preciso apurar impostos antigos e novos, prestando contas em sistemas paralelos. Isso pode criar dúvidas, retrabalho e aumentar a exposição a erros.
  2. Ajustes de processos: Todos os controles internos deverão ser revisados. Fluxos automáticos, rotinas de conferência e planilhas precisarão refletir o novo mix de tributos.
  3. Explicação ao cliente: Uma demanda crescente será traduzir para os empresários, na prática, como interpretar NCMs, regras de crédito e mudanças no cálculo do imposto.

Contadores reunidos discutindo reforma fiscal

A pressão por atualização e escassez de profissionais

Com a chegada do IBS e CBS, cresce a procura por profissionais qualificados. Um estudo sobre a escassez de mão de obra já alerta para o risco de apagão no setor contábil, principalmente durante a fase de transição. Grande parte dos escritórios precisará investir em atualização constante, cursos e treinamentos para toda a equipe, já que haverá necessidade de interpretar a recém-nascida legislação e orientar clientes inseguros.

  • Mais tempo para estudar e treinar
  • Pressão para evitar erros e penalidades
  • Necessidade de transformar processos internos com rapidez
Quem não se adapta, perde mercado.

Com tanta exigência, é natural que escritórios sintam sobrecarga. Cada decisão equivocada pode custar caro, inclusive em termos de imagem e perda de clientes.

Tecnologia como resposta: automação e inteligência artificial

Em meio a tantos desafios, uma tendência se destaca: o uso de ferramentas digitais avançadas para apoiar a rotina dos escritórios.Segundo artigos especializados na automação fiscal, a automação e a análise de dados ganham peso decisivo para enfrentar processos mais complexos e evitar erros humanos. Aqui entra o valor de projetos inovadores, como a Evollux Tax Technology, que usa inteligência artificial para automatizar rotinas fiscais, processar notas fiscais, cruzar informações de XML, gerar análises preditivas e identificar riscos ou oportunidades tributárias.

  • Redução de falhas operacionais: Sistemas como o Evollux ajudam a manter conformidade, diminuindo o tempo necessário para apurações delicadas em ambientes de transição.
  • Mapeamento de oportunidades: Ao processar grandes volumes de dados, a inteligência artificial identifica possibilidades de economias legais quase invisíveis à primeira vista.
  • Gestão estratégica de informações: Para quem administra centenas de clientes, a centralização dos dados em uma só plataforma é um alívio real.

Segundo pesquisas sobre automação e IA no contexto tributário, quem não encarar de frente a necessidade de investir em inovação tende a perder relevância diante de clientes cada vez mais exigentes e atentos.

A tecnologia será a ponte entre a lei nova e o sucesso dos escritórios.

Fluxo de caixa e ativos: um novo olhar sobre o futuro

Para as empresas assessoradas por escritórios de contabilidade, um dos pontos sensíveis é a gestão do fluxo de caixa, principalmente quando se trata de créditos de impostos recuperáveis em curto prazo. De acordo com relatórios sobre impactos nos investimentos e ativos, o novo regime prevê que o aproveitamento de créditos em softwares, máquinas e equipamentos poderá ocorrer em até 60 dias após a aquisição, aliviando a pressão financeira e viabilizando novos investimentos.

Diante desse cenário, surgem perguntas como: "Como lançar corretamente os créditos?"; "Esses controles serão rastreados pelo Fisco de maneira automática?"; "Quais documentos serão exigidos no caso de auditorias?". Mais uma vez, a dependência de sistemas integrados à legislação, como o Evollux Tax Technology, pode ser o diferencial entre escritórios que simplesmente atendem o básico e aqueles que ajudam clientes a crescer.

Integração de notas fiscais eletrônicas em sistema tributário Atenção ao cliente: mais consultoria do que nunca

Com tantas mudanças, o perfil do contador consultor é cada vez mais valorizado.O cliente precisará de orientação clara, não só na execução de obrigações, mas na leitura dos impactos reais sobre o seu cotidiano. Se antes muitos escritórios atuavam quase como “repassadores” de informações fiscais, a partir de agora ganha força quem analisa cenários, antecipa tendências e sugere caminhos.

  • Planejamento tributário mais minucioso
  • Explicações didáticas e transparentes
  • Alertas constantes sobre prazos e riscos
  • Relatórios preditivos com apoio de inteligência artificial

Nesse contexto, Evollux Tax Technology já se mostra como aliada para gerar diagnósticos, apontar erros em obrigações acessórias e apoiar decisões gerenciais com base em grandes volumes de dados.

Conclusão

A reforma do sistema fiscal brasileiro, que começa a vigorar em 2025, obrigará escritórios de contabilidade a reverem sua postura diante do mercado. Não basta mais cumprir prazos, é preciso ser parceiro estratégico dos clientes. Com demandas crescentes por atualização técnica, pressão por exatidão e a busca por diferenciação, investir em novas tecnologias e aprimoramento humano é, mesmo com receio das novidades, o único caminho sensato.

Apenas quem evolui continua relevante.

Se o seu escritório quer se adaptar de verdade, automatizar processos, antecipar riscos e construir uma relação de confiança com seus clientes, conheça melhor como a Evollux Tax Technology pode ajudar nessa jornada de transformação. Não espere a mudança acontecer: prepare-se e faça parte do grupo que lidera a nova contabilidade no Brasil.

Perguntas frequentes sobre o impacto para contadores e escritórios

O que muda para contadores na reforma?

A principal mudança é a exigência de adaptação a novas regras fiscais, com substituição de antigos tributos por dois novos (IBS e CBS). Haverá fase de transição, necessidade de estudo aprofundado e mais consultas de clientes buscando esclarecimento sobre os efeitos práticos. O papel do contador vai além da execução, passando a ser consultivo e estratégico.

Como a nova tributação afeta escritórios?

Na prática, escritórios terão maior demanda por atualização de sistemas, capacitação da equipe e atendimento personalizado. Será necessário gerenciar apuração paralela de impostos (velhos e novos), rever controles internos e adotar novas tecnologias para suportar rotinas complexas e redução de erros.

Quais impostos serão unificados na reforma?

Serão substituídos o PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI. Dão lugar ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), simplificando e modernizando a estrutura tributária sobre o consumo.

Vale a pena atualizar sistemas contábeis agora?

Sim, vale. Diante das novas exigências legais, sistemas que não adaptem rotinas e layouts para atender aos novos impostos, cruzamentos e controles podem tornar o escritório menos competitivo e aumentar riscos de penalidades. Ferramentas como Evollux Tax Technology trazem segurança e agilidade ao longo da transição.

Como se preparar para a mudança tributária?

Buscar atualização frequente sobre a legislação, investir em treinamentos para a equipe, acompanhar mudanças nos sistemas e adotar soluções tecnológicas avançadas. Além disso, estreite o relacionamento com os clientes, criando canais de informação clara e consultoria ativa para preparar todos para a nova realidade do mercado.

Compartilhe este artigo

Quer revolucionar sua gestão tributária?

Automação tributária que reduz o esforço e multiplica as oportunidades

Saiba mais
Marcelo Gregolon

SOBRE O AUTOR

Marcelo Gregolon

Marcelo Gregolon é um entusiasta de tecnologia aplicada à área tributária. Ele dedica seu tempo ao desenvolvimento de soluções inovadoras que otimizam a coleta e análise de dados fiscais, transformando processos para advogados, consultorias e empresas. É apaixonado por automatização, inteligência artificial e melhoria de processos, buscando constantemente ampliar o potencial de eficiência e compliance no setor tributário brasileiro.

Posts Recomendados